

Por quê?
Para que tenhamos espécies nesses locais com vigor e exuberância, se faz necessário observarmos um dos fatores primordiais: luminosidade – fonte indispensável no processo da fotossíntese (ao menos artificial) de 4 a 5 horas/dia, ou próximo de vitrôs, janelas e/ou locais onde a mesma receba luz indireta do sol.
Geralmente são feitas sem critérios técnicos, em excesso, ou então somente quando a terra (subtrato) está seca. Quando a terra está seca a pessoa rega, a água passa direto por ela indo para o prato não sendo absorvida. Esta não é a forma correta, pois além de não ter regado a planta, houve choque térmico no sistema radicular com perda parcial das raízes, desta forma a espécie definha e morre. Quando há regas em excesso as raízes da espécie apodrecem, há o ataque de fungos, o definhamento e a morte.
As espécies de interior necessitam de locais onde as temperaturas sejam amenas, ou seja, a umidade relativa do ar seja constante, dessa forma a espécie se adaptará com mais facilidade.
Devido a sua aclimatação no local definitivo, não se deve ficar mudando a espécie de lugar, ou seja, retira-la do local para tomar sol, chuva etc. Esses hábitos causam choque térmico, causando danos às espécies.
Nota – Para as espécies envasadas de ambiente externo em sacadas, jardins, varandas etc, podem ser realizados os mesmos procedimentos das espécies de ambiente interno com um detalhe: as regas deverão ser mais abundantes e com mais freqüência, sendo as pulverizações com óleo mineral no período da manhã até as 09h00 ou após as 17h00.
É indispensável à realização a cada 15 dias, mesmo se as folhas estiverem limpas.
Para cada litro d´água misturar 2 tampas de óleo brilha folha e uma colher de chá do adubo. Chacoalhar de forma que a solução fique bem homogênea. Com pulverizador de pressão, pulverizar a espécie banhando-a completamente até gotejar no chão. Nunca pulverizar deixando as gotículas sobre a folha. Quando executado dessa forma geralmente surgem mais doenças na espécie, visto não eliminar de forma total a sujeira impregnada nas mesmas.
Nota - Não aconselhamos passar pano nas folhas, exceto quando a sujeira estiver impregnada. Quando isso ocorrer, fazer a aplicação da seguinte forma:
Só deve ser usado quando notar-se que a espécie está infestada pelas principais pragas que as afetam: pulgões, micro-ácaros e cochonilhas.
Para que este informativo tenha um resultado positivo, é necessário que as pessoas que vão cuidar das espécies sejam orientadas também na prática, in-loco.
"Boa sorte, interaja com suas plantas e elas com certeza lhe recompensarão."
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